Preppers Brasil é destaque em reportagem da Revista Galileu sobre sobrevivencialismo no Brasil

O Preppers Brasil foi destaque em uma reportagem especial da Revista Galileu sobre sobrevivencialismo e preparação para situações de emergência no Brasil.
Com o título “Pandemias, guerras e clima extremo: estamos preparados para o fim do mundo? Conheça histórias de 3 sobrevivencialistas”, a matéria apresenta diferentes perspectivas sobre o movimento prepper brasileiro e mostra como a preparação para emergências deixou de estar associada apenas a cenários extremos e passou a fazer parte da realidade de pessoas preocupadas com situações cada vez mais plausíveis.
Preppers Brasil e a preparação para crises
Na reportagem, Raphael Cozzi, de 41 anos, líder do grupo Preppers Brasil, conta um pouco sobre a evolução da comunidade e sobre como acontecimentos recentes modificaram a percepção das pessoas em relação à preparação.
Um dos principais exemplos foi a pandemia de Covid-19. Antes do agravamento da crise sanitária, em janeiro de 2020, Raphael já havia ampliado seu estoque doméstico de alimentos para aproximadamente quatro meses.
Com o avanço da pandemia, o interesse pelo sobrevivencialismo cresceu significativamente. O grupo Preppers Brasil, que atualmente reúne cerca de 2 mil membros, chegou a receber quase 80 pedidos de entrada por dia, vindos de diferentes regiões do país.
Como destacado por Raphael na reportagem:
“Muita gente ainda leva isso na brincadeira. Mas existe uma grande maioria que passou a se preparar mais [depois da Covid].”
Preparação não significa esperar o fim do mundo
Apesar da imagem frequentemente associada ao sobrevivencialismo, a filosofia prepper não precisa estar relacionada à expectativa de um colapso completo da sociedade.
Preparar-se significa desenvolver capacidade de enfrentar períodos de instabilidade e manter algum grau de autonomia diante de situações como:
- apagões prolongados;
- enchentes e deslizamentos;
- tempestades e eventos climáticos extremos;
- interrupções no abastecimento de água;
- falta temporária de alimentos ou medicamentos;
- crises sanitárias;
- conflitos e instabilidade social;
- falhas nas comunicações e serviços essenciais.
A ideia central é simples: quanto maior a preparação antes de uma emergência, menor a dependência de improvisação quando ela acontece.
Sobrevivencialismo ganha espaço no Brasil
Eventos dos últimos anos demonstraram que emergências de grande impacto não pertencem apenas à ficção.
Pandemias, enchentes históricas, ondas de calor, tempestades severas, crises energéticas e conflitos internacionais contribuíram para aumentar o interesse por temas como armazenamento de alimentos e água, primeiros socorros, comunicação de emergência, evacuação, geração alternativa de energia e planejamento familiar para crises.
É justamente nesse contexto que atua o Preppers Brasil, promovendo a troca de conhecimento e incentivando uma cultura de prevenção, planejamento e autossuficiência.
Leia a reportagem completa
A participação do Preppers Brasil na Revista Galileu representa também uma oportunidade de apresentar o sobrevivencialismo para um público mais amplo e mostrar que preparação não precisa significar paranoia ou medo.
Preparação é prevenção.
E estar preparado significa pensar antecipadamente sobre aquilo que normalmente só recebe atenção quando a emergência já começou.
A reportagem completa está disponível no site da Revista Galileu, na seção Sociedade:
“Pandemias, guerras e clima extremo: estamos preparados para o fim do mundo? Conheça histórias de 3 sobrevivencialistas.”
Fonte: Revista Galileu — agosto de 2026.


